segunda-feira, 12 de novembro de 2012

GREVE GERAL NA EUROPA - TRABALHADORES VÃO PARAR O CONTINENTE NA PRÓXIMA QUARTA - FEIRA


Trabalhadores de mais de uma dezena de países da Europa, entre eles Alemanha, França, Itália, Espanha, Inglaterra, Grécia e Portugal, vão cruzar os braços na próxima quarta-feira, promovendo uma GREVE GERAL que promete ser um dos maiores ATOS DE PROTESTO contra a política de ARROCHO - DESEMPREGO e FOME que os governos daqueles países da UE estão colocando em prática. Na Grécia o desemprego beira os 25% da população economicamente ativa, e por lá, pais estão entregando seus filhos para serem cuidados em "orfanatos". Na Espanha, onde o desemprego também é assombroso, foram suspensas ontem algumas ORDENS DE DESPEJO, depois que mais uma MULHER suicidou-se após ser posta no olho da rua. A crise é GRAVE.

Portal EBC - Ag. Brasil de Notícias
Os partidos de esquerda da Alemanha, Grécia, França e Espanha apelaram na noite desta sexta-feira (09) à forte mobilização para greve geral europeia da próxima quarta-feira, em protesto contra as políticas de austeridade.

Gabriele Zimmer, dirigente do partido alemão Die Linke e presidente do GUE/NGL, no Parlamento Europeu, Alexis Tsipras, líder da coligação de esquerda grega Syriza, Jean-Luc Mélenchon, dirigente da Frente de Esquerda em França, e Cayo Lara, coordenador da Esquerda Unida espanhola, fizeram-se ouvir em Lisboa, presencialmente ou não, apelando à mobilização geral dos cidadãos, em comício internacional organizado pelo Bloco de Esquerda.

"No 14 de novembro [quarta-feira], as pessoas em Portugal, na Grécia, na Espanha e na Itália vão expressar de forma clara o que pensam de uma política que viola diariamente a sua dignidade e que coloca uma trava, em especial ao futuro dos jovens", afirmou a alemã Gabriele Zimmer.

Alexis Tsipras, que não esteve presente no comício devido ao debate parlamentar do Orçamento da Grécia para 2013, deixou uma mensagem através de um vídeo, em que afirma que, na quarta-feira, "a Europa da resistência e da Democracia, a Europa da alternativa vai encher as ruas por ocasião da primeira greve geral europeia".

"A voz de Atenas vai juntar-se às vozes de Lisboa, de Madrid, de Roma, de Paris, de Londres e de Berlim. Vamos fazer desta voz a mais poderosa", prometeu o líder do Syriza.

Já Jean-Luc Mélenchon, que não esteve no encontro por motivo de doença, mas deixou um discurso que foi lido por uma responsável do partido francês Frente de Esquerda, disse que no dia da greve geral europeia, na quarta-feira, "cada país vai sair às ruas", respondendo aos apelos dos sindicatos, para mostrar que "a Europa dos trabalhadores e dos povos não foi vencida pela Europa dos bancos e dos seus governos".

3 comentários:

Maribel kroth Dias disse...

E depois disso aqui no Brasil, condenam um Ex-presidente por ter evitado acontecer. todo esse caus que acontece nos Países da Europa, é injusto com alguém que salvou o País da bancarrota, e essa sociedade hipócrita,uma boa porcentagem não reconhecem, a quem devolveu o orgulho de voltar a ser brasileiro.

Vincent van Blogh disse...

A Democracia, que é o direito do cidadão exercer suas escolhas, não só quanto aos governantes, mas também quanto à forma, política e econômica, em que os governos são exercidos, foi sequestrada.

Em diversos países da Europa, tanto faz votar em A, B ou C, que as diretrizes econômicas não mudam. Parece a época em que, na China, todos tinham o "direito" de usar a mesma roupa e da mesma cor.

Hoje, o modelito que deve ser usado é o imposto pela Alemanha, que, desta vez sem guerra, acabou dominando a Europa. Os custos para os europeus, entretanto, parecem ser tão grandes quanto em época de guerra.

Já há uma quantidade significativa de espanholas se suicidando quando o juiz chega para desalojá-las, e às suas famílias, das casas onde moram.

Tomara que esta greve se constitua no despertar dos povos europeus para que possam vir a recuperar a democracia sequestrada.

Anônimo disse...

Maribel e Van

Boa tarde

A Alemanha está impondo a toda a EUROPA, uma espécie de regime econômico nazista, onde quem não se enquadra nos conceitos de "austeridade" - leia-se arrocho, desemprego, fome, falta de saúde...- é eliminado. Só falta a CÂMARA DE GÁS, pois, campo de concentração já tem por lá.

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